Energia em obras: Como planejar o fornecimento no canteiro?

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Felipe Schroeder dos Anjos mostra como o planejamento do fornecimento de energia no canteiro de obras evita atrasos, desperdícios e riscos operacionais.

O fornecimento de energia é um dos fatores mais críticos para o andamento de qualquer obra, e, como apresenta o engenheiro, Felipe Schroeder dos Anjos, falhas nesse planejamento podem gerar atrasos, aumento de custos e riscos à segurança. Desde pequenos canteiros até grandes projetos de infraestrutura, dimensionar corretamente a energia disponível é essencial para garantir produtividade e continuidade das atividades.

Neste artigo, venha entender mais da importância e como funciona o fornecimento de energia em obras.

Por que a energia é crítica para o andamento da obra?

Equipamentos como gruas, betoneiras, ferramentas elétricas, sistemas de iluminação e escritórios de apoio dependem de fornecimento elétrico estável. Em muitas situações, a rede pública não está disponível ou não possui capacidade suficiente para atender à demanda do canteiro.

Quando a energia é interrompida, toda a operação pode ser afetada, resultando em paradas não planejadas e perda de produtividade. Felipe Schroeder dos Anjos explica que por isso a energia deve ser tratada como parte estratégica do cronograma da obra, e não apenas como um item operacional.

Dimensionamento de carga e análise de demanda

O primeiro passo do planejamento é identificar todos os equipamentos que serão utilizados e suas respectivas potências. A soma dessas cargas permite estimar a demanda total e definir o tipo de sistema necessário para atender ao canteiro.

Além da potência instalada, é importante considerar picos de consumo, simultaneidade de uso e possíveis ampliações ao longo da obra. Tal como alude o engenheiro, Felipe Schroeder dos Anjos, um dimensionamento mal feito pode resultar em sobrecarga de equipamentos ou em custos excessivos com sistemas superdimensionados.

Geradores, rede pública e soluções híbridas

Quando a rede elétrica não é suficiente, os geradores a diesel são a solução mais tradicional para fornecimento de energia em obras. Eles oferecem mobilidade e podem ser dimensionados conforme a necessidade do projeto, informa Felipe Schroeder dos Anjos.

Nos últimos anos, surgiram soluções híbridas que combinam geradores, baterias e, em alguns casos, painéis solares. Essas configurações ajudam a reduzir consumo de combustível, ruído e emissões, além de aumentar a confiabilidade do sistema. A escolha entre essas alternativas depende do perfil de consumo e da duração da obra.

Segurança elétrica e proteção das equipes

A instalação elétrica do canteiro deve seguir normas técnicas e contar com dispositivos de proteção, como disjuntores, aterramento adequado e quadros de distribuição organizados. Ambientes de obra apresentam riscos elevados, como umidade, poeira e movimentação constante de pessoas e máquinas.

Falhas nesse aspecto podem causar acidentes graves e danos aos equipamentos. Por esse motivo, Felipe Schroeder dos Anjos ressalta que investir em segurança elétrica é uma medida preventiva que reduz riscos operacionais e evita interrupções no cronograma, além de não lidar com gastos desnecessários.

Continuidade operacional e sistemas de redundância

Em obras críticas, como hospitais, estações de tratamento e grandes infraestruturas, a perda de energia pode gerar impactos significativos, elucida Felipe Schroeder dos Anjos. Nesses casos, sistemas redundantes, com mais de uma fonte de alimentação, são recomendados.

Como explica Felipe Schroeder dos Anjos, organizar a energia em obras é uma decisão estratégica que impacta diretamente custo, segurança e produtividade.
Como explica Felipe Schroeder dos Anjos, organizar a energia em obras é uma decisão estratégica que impacta diretamente custo, segurança e produtividade.

A redundância garante que, em caso de falha de um equipamento, outro possa assumir automaticamente o fornecimento. Essa estratégia é fundamental para projetos que não podem sofrer interrupções prolongadas, e assegura que todos os trabalhadores estarão seguros nas diversas tarefas que estão fazendo.

Controle de custos e eficiência energética

O consumo de combustível e a manutenção de geradores representam parcela relevante dos custos operacionais do canteiro. Por isso, monitorar o consumo e ajustar o uso dos equipamentos pode gerar economia significativa.

Soluções híbridas e sistemas de gerenciamento de carga ajudam a otimizar o funcionamento dos geradores, ligando-os apenas quando necessário. Tal como demonstra o engenheiro, Felipe Schroeder dos Anjos, eficiência energética em obras não é apenas uma questão ambiental, mas também financeira.

Planejamento integrado com o cronograma da obra

À medida que a obra avança, a demanda de energia muda. Fases de estrutura, acabamento e comissionamento possuem perfis de consumo diferentes, exigindo ajustes no sistema de fornecimento.

Planejar essas variações evita surpresas e permite adequar os equipamentos ao longo do projeto. Segundo Felipe Schroeder dos Anjos, integrar o planejamento energético ao cronograma geral é uma prática que aumenta a previsibilidade e reduz riscos, ela antecede dificuldades e ruídos de comunicação que podem ocorrer e que atrasam processos.

Logística, ruído e impacto no entorno

Além do aspecto técnico, o fornecimento de energia também influencia o relacionamento com a comunidade ao redor da obra. Geradores produzem ruído e emissões, o que pode gerar reclamações e restrições legais.

Escolher locais adequados para instalação, utilizar equipamentos mais silenciosos e adotar soluções híbridas são formas de minimizar esses impactos. Conforme frisa o engenheiro, Felipe Schroeder dos Anjos, esse cuidado ajuda a manter a obra em conformidade com normas ambientais e de vizinhança.

Manutenção e monitoramento dos sistemas

Equipamentos de geração e distribuição precisam de manutenção periódica para garantir funcionamento adequado. Falhas mecânicas, vazamentos e problemas elétricos podem comprometer a operação se não forem detectados a tempo.

Adoção de rotinas de inspeção e monitoramento remoto em sistemas maiores contribui para antecipar qualquer tipo de problemas. Felipe Schroeder dos Anjos considera e resume que a confiabilidade do fornecimento depende tanto do projeto quanto da gestão diária dos equipamentos.

Energia como fator estratégico da engenharia de obras

Tratar a energia apenas como um recurso básico pode levar a decisões equivocadas e impactos significativos no desempenho do projeto. Quando bem planejado, o sistema de fornecimento contribui para a eficiência, a segurança e a sustentabilidade da obra. Considerar a energia como parte integrante do planejamento de engenharia é o que permite executar projetos com maior controle, menor custo e menor risco operacional.

Autor: Katrina Ludge

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